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NEM ADIANTA MESMO

TO MUDANDO DI NOVO!!

http://bobosdacorte3030.blogspot.com/

Agora é só lá.

 



Escrito por Alexandre F D às 18h40
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Tudo o que queria ouvir hoje:

Porque eu preciso te ouvir dizer
Que me ama,
Eu amou o tempo todo
E eu perdoo você
Por ficar longe tanto tempo,
Então continue respirando
Por que eu não te deixarei,
Me abrace e nunca me deixe ir.



Escrito por Alexandre F D às 00h31
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Abismo tão fundo já disse

Não disse que sem fundo esse abismo

Voar e abrir asas também já

Mas não ainda da velocidade de vertigem que ninguém nunca agüentará

Já também dessa paz

Mas não ainda da felicidade, eita medo danado que ela traz

 

Ninguém suporta esse abismo, e nele me lanço

Você só vê nele a queda fatal... mas sou nele toda a esperança viva do viver mais completo profundo...

Não... poucos sabem do que digo... preferem à paz, segurança passageira

Respeito, sim, mas lembre-se

respeito só, mas sou multidão furacão

vulcão que como veio vai.... sempre.... lembre-se disso para sempre

nunca se esqueça, nem naquele dia que a consciência antiga do tempo perdido lhe surja, de repente...

nem nesse dia se esqueça... não era apenas as vozes de um poeta profeta iludido de la mancha, não!

nem eram de ventos esses moinhos, não!

era só quem mais importaria em tua vida, só isso, era esse quem para sempre

e sempre

e de repente

de ti

se despedia

 

não pense nunca que poderás

o vento prender entre teus dedos



Escrito por Alexandre F D às 16h15
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Ia postar outra coisa... (né Peres?) mas fica pra outro dia... agora vou mandar dois poemas do tipo 19 e 21... anos

Ares e montanhas

A brisa fria

O sol nascendo, dia

Voar

 

Asas que batem

Quando alguém pulou

A vitória a vista

No teu olhar

 

O sonho do homem

A alma mulher

Suas mãos se tocam

Podem voar

 

Uma cruz pendida

Um globo acima

A vitória a vista

Num só olhar

 

Sua vida tece a teia

Quando as mãos se tocam

Viram asas

Vamos voar

 

Ares e montanhas

O sol nasce aqui

Não há mais despedida

Você vivem em mim.

 

(89... 19... e tão atual, ainda, o sentimento...)

 



Escrito por Alexandre F D às 12h44
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91... 21

(aí um de 91, 21...)

 

 

Algo passamos juntos

Lindo, mas passado...

 

O mundo não pára e gira

Agora nem tudo são flores

E mesmo as rosas têm grandes espinhos

 

O passado morreu, não se esqueça

Mas o mundo é uma bola e gira

Não existe volta, só o futuro

O futuro não será, retorna

Não existe caminho, só o agora

Agora existe tudo, por isso é lindo.

 

 

(agora lembro, esse poema foi o que dei pra Denise, na última vez que a vi, em casa, ainda em Barueri...)



Escrito por Alexandre F D às 12h42
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Cafarnaum

"... Não querem cair no ridículo a que se sujeitam, digamos, nós próprios os Iokanans, na certeza infalível de que um dia nossas cabeças pagarão pelo cumprimento do Dever." Cafarnaum - Chefe dos Iokanans



Escrito por Alexandre F D às 13h48
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Ah....

Super importante!!

Não estou fazendo recados não... to é escrevendo poemas, com pretensões de poesia... coisa que sempre fiz, parei quando me distanciei de algumas coisas mais importantes minhas, e tô voltando agora, e leoninamente gostando de compartilhar com meus amigos esse momento encantador de minha vida,  onde ela volta a fluir fresquinha e nova pelas veias.

Vou colocar depois uns poemas de meus 17... a 20 e poucos anos...



Escrito por Alexandre F D às 13h33
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JEITINHO BOM DE MORRER I

Retiro

Hoje dia 14

14 de fevereiro

fevereiro de 2006

me retiro

 

Me retiro sim, prás montanhas

com meus amigos de verdade

deixo prá trás esse vale

rios poluídos

natureza arrasada

pela mão e ambição das pessoas más

deixo prá trás

 

esse mundo descartável

onde não somos mais que artigos de consumo

e nossas emoções apenas embalagem que se joga fora

quando o algo besta qualquer que carreguem dentro já tenha sido retirado e usado e sugado



Escrito por Alexandre F D às 13h11
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JEITINHO BOM DE MORRER II

Vou prá lá... para cima

Onde essa selvageria humana ainda não chegou

Muito alto lá... difícil de ir

Cheio de perigos terríveis lá... cobras e insetos peçonhentos

Muitos venenos lá na serra... muita chuva... terra molhada... pedras escorregadias

Muito vento

frio desconfortável

 

Ah... como não é descartável essa serra

tão perigosa e amável

tão incerta e paz

Ah... como é linda essa serra

vou prá lá para sempre

aqui... só um boneco

só isso vai ficar aqui

 

fazendo o que de dever

tem que fazer

de ver o ser

e mostrar

apontar aquela serra alta que não se esconde não!

e seus encantos reveladores

sedutores

que apenas as nuvens ousam tentar tapar

mas sabem-se passageiras demais para isso

acabam desistindo

indo pra outro lugar

ou apenas caindo

chovendo suas lágrimas para alimentar

essas minas puras das serras... seus rios limpos e frios

cascatas de alegria e magia

 

estou aqui

sim

mas sou lá



Escrito por Alexandre F D às 13h09
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ponte íris - início

de sete porções preciosas

poções luminosas e coloridas

estrelas morando na Terra

sete cores...

três marias... órion...

vulcões erupção de alegria liberdade amor

 

Desta tua geografia, Mãe

Vamos chamar os anjos serafins

e vamos fazer uma ponte íris colorida

ela vai subir bem alto

e descer de novo

vai encontrar a torre isolada

num castelo de marfim ao lado do Orco

Guardado por monstros  e abismos

Fafners e Kundris diabólicas

Sombrias Medusas e seus encantamentos paralisantes

Ogros maus e Orcs degenerados

alienados em seus festins torturantes

alimentando-se da bela carne, dos lindos sonhos e das justas virtudes

 

dela...

 

Ah... sim... ela...

 

Encontraremos ela em seu quarto mui bem guardado e trancado

Cacos de amores seus partidos por todos os lados

Caveiras de sonhos seus esquecidos pelos cantos

Fantasmas dos belos ideais vampirizados vagando pelos ares



Escrito por Alexandre F D às 13h21
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E em paz, sem luta, sem esforço

virá a ponte íris por cima e por dentro

brilhará frente ao teu rosto

tocará teu coração, tua sina...

trazendo lembrança da tua casa da tua família

te chamará a flutuar pelos espaços

te seduzirá a acreditar no que já impossível lhe parecia

a se deixar enlevar pelo improvável, pelo indizível, pela bela fantasia

 

E vais acreditar nesta leveza,  dama querida...

E vais ter coragem de escalar a estrada colorida

e por cima e pelo alto fugir deste lugar triste

sair e para trás deixar esses monstros e sua maléfica companhia

verá sim num instante e para sempre... lá do outro lado, o teu lar...

e assim...

vai flutuar... e asas abrir... e ao céu irá sorrir... e ir... e subir... e voar... voar... voar...

 

e ver o mundo todo se transformar de repente... e no ar... magia colorida... tênue alegria...

 

ah... sim

e nem mais esses desertos e incertos momentos

tormentos lhe afogando tristezas e ferindo

nem mais a frieza aguda de escura incompreensão

ou a egoística e afiada lâmina deste abandono à solidão,

garras ferindo teu coração belo

nem mais essa vida de sutis misérias

tão comuns, costumeiras

que nem delas nos permitem reclamar...

não...

 

não mais...



Escrito por Alexandre F D às 13h21
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por que Mãe, eu sei....

essa ponte íris vai tocar aquela dama

e ela vai compreender e empreender essa bela jornada de maravilhas

e vai subir por sua matéria etérica

e vai seguir ao alto vertiginoso do abismo de estrelas

vai desfrutar o deleite de teu vácuo profundo, Mãe

e então verá a Terra ali embaixo tão linda azulada

e seus pés pisando apenas naquelas cores sutis

ela vai caminhando sobre luzes tênues assim gotas de orvalho cintilantes

e tão distantes

do chão da segurança

mas no coração dela, bem sei...

apenas a paz, nem mais a esperança

pois ela agora, querida Mãe, será de novo apenas aquela criança

destemida e confiante das celestes medidas...

melodias das esferas e nelas para sempre se lança

 

Já sabe ela hoje, Mãe eterna...

Que este caminho assim tão sutil, assim tão incerto delicado

E que sobe assim tão alto, assim tão infinito

Desce novamente em arcada vertiginosa à esta Terra vulcânica daqui

sim... ela sabe...

aqui onde a felicidade brota facilmente em minas...

a mesma que lhe envolverá completa e finalmente

felicidade assim simples agreste

carinho dos seus amigos... dos abraços da família... outrora perdida

acenos do amor agora sim compreendido

afagos da liberdade brincando com seus cabelos...

nada de mais... enfim apenas a casa querida

onde asas e pés para sempre em paz viverão

onde podes ser sempre apenas quem és... sem pedir licença ou perdão...

só assim só você para sempre naturalmente



Escrito por Alexandre F D às 13h20
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ponte íris - fim

livremente

leve

mente...

alma ...

e sim...

onde pode ir se chegando e sentando

onde quizer... mesmo no chão...

sem cerimônias...

certa de teu repouso longo... tranqüilo

beijinho em teu rosto... gostoso da manhã

mão estendida sempre e de graça

sem nada pedir

sorriso qualquer hora pronto a explodir pelo rosto

prazer

por causa simples de estar aqui e viver

 

E irá então ter a certeza

de tua natureza

de teus caminhos

de teu lar

teus encantos

teu lugar...

teu caminhar

 

mesmo pelo mundo inteiro, sim! onde ir deverá...

onde lutas espadas glórias e vitórias inexoráveis alcançará

por mais longe onde tua vida sempre e sempre te levará

saberá

de tua casa...

família

onde viva e tranqüila

para sempre e quente

tua chama brilhará

saberá sim!

e para sempre

como chegar... e onde estará



Escrito por Alexandre F D às 13h20
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bela sofia I

- MUNDO!!

Olha!

Olha aqui, mundo!!

 

Eis a menina!

Eis a mulher

Eis a bela sofia

que tantos filósofos se dizem assim tão amigos

 

Ei mundo!!

Eis a linda sofia, vejam!

 

Sofia que parecia perdida,

Vejo-a hoje sim

nos ventos

nos lagos

em árvores em constante transformação no meu coração...

 

sim...

num deserto que vai se tornando paraíso para todos os homens...

 

e vejo-a viva mais do que nunca

em teu coração de mulher

de menina

de irmã (por que não?)

de amiga

de velha conhecida...

que amo muito sim!! (desculpe)

e por isso me surpreendo em compreender você mais um pouco a cada dia

depois de cada noite que passo

essas novas e eternas manhãs...



Escrito por Alexandre F D às 13h23
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bela sofia II

(parte II)

 

mas saiba também e jamais se esqueça!

que num dia fatal qualquer

em que o meu pescoço inexoravelmente

novamente

pagará pela missão cumprida

só a você

só a você, dentre todas

 

só a você eu o dedico

exatamente e unicamente por que

sim

no Eterno é que somos

 

um...

 

Amo-te sofia... eternamente amo-te

 



Escrito por Alexandre F D às 13h22
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